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Figuras Ilustres do Nosso Município

Figuras Ilustres de Campos Novos Paulistas


Esta galeria tem por finalidade honrar a memória e celebrar o legado de personalidades notáveis que contribuíram significativamente para a história, não apenas do município de Campos Novos Paulista, mas também do estado de São Paulo e do Brasil. Este espaço foi concebido com um propósito estritamente histórico e didático, pautado pela imparcialidade e isenção


Dias Ferreira da Silva (Primo Terico) , Herói Campos novense que lutou na Itália na Segunda Guerra Mundial



Em uma época em que regimes autoritários ameaçavam a paz mundial, o Brasil encontrava-se diante do dilema de manter sua neutralidade no conflito iniciado em 1939. Contudo, devido a uma série de eventos, com destaque para o afundamento de navios brasileiros pela Alemanha, o país foi compelido a entrar no conflito europeu em 31 de agosto de 1942.


Naquele tempo, o ceticismo popular era tão grande que se criou o ditado de que 'era mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil ir para a guerra'. Desafiando todas as expectativas, em julho de 1944, o Brasil formou a Força Expedicionária Brasileira (FEB) e enviou 25 mil soldados para lutar na Itália. Entre eles estava o campos-novense Dias Ferreira da Silva, que integrou o contingente enviado à Europa. Hoje, ele é um símbolo de orgulho para o município de Campos Novos Paulista, um veterano que lutou pela liberdade.


Dr. Coriolano Nogueira Cobra


Resumo dos Feitos de Coriolano Nogueira Cobra


Coriolano Nogueira Cobra (1910-Data de falecimento desconhecida), nascido em Campos Novos do Paranapanema (atual Campos Novos Paulista), foi uma das figuras mais influentes na história da Polícia Civil do Estado de São Paulo. Sua carreira foi marcada por uma liderança exemplar como Delegado de Polícia e por contribuições acadêmicas que modernizaram a formação policial no Brasil. Seus feitos o imortalizaram como um ícone da segurança pública paulista.

Principais Feitos e Legado:

Delegado Geral de Polícia: Chefiou a Polícia Civil de São Paulo em duas gestões (julho de 1956 a julho de 1958 e junho de 1966 a abril de 1967), ocupando o mais alto posto da instituição e liderando-a em períodos de significativa organização.

Fonte: Histórico dos Delegados Gerais - Polícia Civil de SP

Pioneiro no Ensino de Investigação: Como renomado professor, Coriolano Nogueira Cobra é considerado o precursor do ensino moderno de investigação policial no Brasil. Sua didática e conhecimento técnico foram fundamentais para a profissionalização de inúmeras gerações de policiais.

Fonte: Memória da Polícia Civil de São Paulo

Autor de Obra de Referência: Escreveu o "Manual de Investigação Policial" (publicado em 1969), um livro que se tornou uma obra de referência essencial para a atividade de polícia judiciária, sistematizando métodos e técnicas de investigação.

Fonte: LexML Brasil - Manual de Investigação Policial

Homenagem na Academia de Polícia: Em reconhecimento à sua imensa contribuição para a formação de novos policiais, a Academia de Polícia de São Paulo foi batizada em sua honra, sendo hoje a Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” (ACADEPOL), a principal instituição de ensino da Polícia Civil paulista.

Fonte: Página Oficial da ACADEPOL - Polícia Civil de SP

Criação de Medalha Honorífica: Seu legado é tão significativo que foi instituída a "Medalha Centenário da Academia de Polícia Dr. Coriolano Nogueira Cobra", uma honraria destinada a personalidades e instituições que prestam relevantes serviços à segurança pública e à Polícia Civil.

Fonte: Decreto de Criação da Medalha - Assembleia Legislativa de SP


Benedito Geraldo Ferraz Gonçalves - Geraldo Ferraz


Benedito Geraldo Ferraz Gonçalves, publicamente conhecido como Geraldo Ferraz,Nascido em Campos Novos do Paranapanema no dia 15 de Setembro de 1905, foi um influente jornalista, escritor e crítico de arte. Ele teve um papel ativo no movimento modernista brasileiro, atuando ao lado de grandes nomes como Oswald de Andrade. Foi secretário da histórica Revista de Antropofagia, um marco do modernismo. Ao longo de sua carreira, trabalhou em importantes veículos de comunicação, como o jornal "O Estado de S. Paulo". Ferraz também foi casado com a escritora e militante Patrícia Galvão, a Pagu, com quem colaborou em projetos literários.

Publicou seu primeiro ensaio em 1927

Em 1933 fundou o jornal O Homem Livre e, juntamente com Mário Pedrosa, Patrícia Galvão, Hilcar Leite e Edmundo Moniz, participou do jornal a Vanguarda Socialista durante os anos de 1940-46, foi também fundador do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo .

Casou-se em 1940 com Patrícia Rehder Galvão (Pagu) com quem teve um filho, Geraldo Galvão Ferraz. Viveu com ela até 1962, ano em que Pagu morreu. Em 1963, conheceu a desenhista e pintora Wega Nery (1912-2007), sendo seu companheiro até sua morte, em 1979. Além de ser um dos incentivadores da pintora, também escreveu o livro "Wega Liberta em Arte", publicado em 1974, sobre a produção artística de Wega.

Trabalhou nos jornais A Tribuna de Santos, O Estado de S. Paulo, Folha da Noite e Diário da Noite. Fundou e foi secretário do Correio da Tarde.

Adaptação ao cinema

Em 1978 teve seu romance Doramundo adaptado para o cinema numa premiada versão. Com direção de João Batista de Andrade, o filme mostra a mudança provocada na rotina e no comportamento dos habitantes de uma pequena cidade ferroviária do interior de São Paulo por uma sucessão de mortes estranhas. A Companhia que explora a estrada de ferro resolve intervir temendo a repercussão jornalística dos acontecimentos. O roteiro teve a versão inicial feita por Vladimir Herzog.

Obras

  • A Famosa Revista - Romance 1945 (em colaboração com Patrícia Galvão). Ed. América
  • Doramundo - Romance 1956. Capa e ilustrações Lívio Abramo. Centro de Estudo Fernando Pessoa de Santos
  • Depois de Tudo- Biografia 1983. Paz e Terra
  • O Empolgante Caso do Romance Policial. Abril Cultural
  • Guernica Poema Vozes do Quadro de Picasso - Poesia. Editora: Massao Ohno, 1962.
  • Km 63 - Conto - 1979
  • Retrospectiva - Figuras Raízes e Problemas da Arte Contemporânea. Cultrix, 1975.
  • Viva Pagu : Fotobiografia de Patrícia Galvão Lúcia Mª Teixeira Furlani & Geraldo Galvão Ferraz. Editora: Imesp,2010.
  • Warchavchik e a introdução da nova arquitetura no Brasil: 1925 a 1940 Editora: Museu de Arte de São Paulo, 1965. Prefácio de P. M. Bardi
  • Wega Liberta em Arte - (1954-1974). 1975, Ed São Paulo.
  • 50 Xilogravuras Lasar Segall. Miranda, Murilo/ Ferraz, Geraldo/Drummond de Andrade. Ed. Record,1967

Fonte: Biografia


Niobe Nogueira Xandó Bloch- Niobe Xandó


Niobe Nogueira Xandó Bloch (Campos Novos do Paranapanema, atual Campos Novos Paulista SP 1915 - São Paulo SP 2010). Pintora, desenhista e escritora. Autodidata. Vive a infância e a adolescência no interior de São Paulo, muda-se para a capital em 1932. Casa-se aos 16 anos com João Baptista Ribeiro Rosa, destacado militante, e passa a frequentar os locais de reuniões do Partido Comunista. Inicia sua carreira como artista plástica em 1947. Nesse ano, conhece os pintores Yoshiya Takaoka(1909-1978) e Geraldo de Barros (1923 - 1998) no ateliê do professor e artista Raphael Galvez (1895 - 1961). Faz sua primeira exposição individual em 1953, em São Paulo, na Livraria das Bandeiras, na Praça da República. Separada do primeiro marido, casa-se novamente com o intelectual tcheco Alexandre Bloch, por intermédio de quem se torna amiga de Vilém Flusser, que escreve artigos sobre sua obra de Xandó. Durante o ano de 1957, viaja pelas cidades de Madri, La Coruña e Paris. Seu trabalho ganha destaque em 1965, na 8ª Bienal Internacional de São Paulo. De volta ao Brasil, muda-se com o marido para Salvador. O casal segue para a Europa em 1968, com períodos em Paris, Londres e Estocolmo. Regressam ao Brasil em 1971, vivendo em São Paulo até 1980. Xandó viaja a Nova York em 1981 e 1983, depois regressando em definitivo ao Brasil. Entre as exposições em que se destaca estão a 10ª Bienal Internacional de São Paulo, de 1969, onde tem sua obra apresentada na sala especial de Artes Mágica, Fantástica e Surrealista, e a 1ª Bienal Latino-Americana de São Paulo, realizada em 1978, onde seu trabalho representa a influência das culturas africana e indígena na arte brasileira.

Nascimento/Morte
1915 - Campos Novos do Paranapanema (atual Campos Novos Paulista) SP
2010 - São Paulo SP - 19 de fevereiro
Cronologia
Pintora, desenhista, escritora

s.d. - Passa sua infância e adolescência entre as cidades de Assis, Avaré e Botucatu, interior de São Paulo
1932 - Vive em São Paulo
1957/1958 - Vive na França e na Espanha
1966 - Escolhida pelos artistas para participar do júri do 15º Salão Paulista de Arte Moderna, realizado na Galeria Prestes Maia
1968/1972 - Nesse período vive na Europa
1982 - Reside em Nova York

Críticas
'Numa carreira que já se estende por quarenta anos, Niobe Xandó vem dando exteriorização a seu rico mundo interior, concretizando, catarticamente, estranhas máscaras que evocam culturas primitivas e antiquíssimos atavismos, ou então signos que corresponderiam a perdidas civilizações. Toda a sua evolução pictórica pode ser resumida num gradativo mas irreversível processo de afastamento da natureza e de adoção de uma simbologia fantástica, na qual a imaginação desempenha papel preponderante, descambando não raro no mítico e no mágico. Não sem razão, ao apresentar sua mostra individual de 1966 na Galeria Astréia, de São Paulo, Mário Schenberg denominou-a de pioneira brasileira do Realismo Fantástico, enquanto o crítico francês Claude Arsene Vallet, tratando de sua exposição de 1969 em Paris, na Galeria de l´Université, refere-se a seus grandes hieróglifos, que transcrevem fórmulas mágicas de um antigo simbolismo, e enfatizam a força que ainda une o homem aos seus deuses. Buscando conciliar num todo coerente dois universos aparentemente contraditórios - o tribal, arcaico, e industrial, da sociedade contemporânea - Niobe Xandó articula, por vezes até inconscientemente, uma linguagem extremamente pessoal, caracterizada pela invenção e pela constante pesquisa, e não recuando, para atingir seus propósitos, ante a utilização de novos recursos técnicos, como a colagem e a xerox, ou de procedimentos estilísticos que abarcam a abstração geométrica e o construtivismo'.
José Roberto Teixeira Leite


Fonte: Biografia


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